1) Faça um orçamento
Basta pegar numa folha de papel e dividi-la em dois.
De um lado, colocam-se os rendimentos, do outro, as
despesas. Muitas famílias sabem quanto pagam de
prestação da casa, mas perdem totalmente o controlo
aos pequenos gastos que, ao final de um mês, pesam
nas contas.
2) Analise as despesas
É preciso ter um olhar crítico sobre a coluna dos
gastos, nem tanto para os eliminar, mas mais para
perceber onde é que se pode reduzir. As idas ao
supermercado, por exemplo, resultam muitas vezes em
despesas supérfluas, que podem ser mais controladas
e transformadas em poupança.
3) Controle o crédito
Idealmente, o peso do crédito não deve ultrapassar
40 por cento dos rendimentos de um agregado. As
prestações dos portugueses, sobretudo no que diz
respeito ao crédito ao consumo, sobrecarregam em
demasia as despesas. Quanto menos equilibro houver,
mais facilmente se cairá na tentação de recorrer aos
empréstimos.
4) Poupe como objectivo
A poupança não deve ser o dinheiro que sobra, depois
de pagas as despesas, mas sim o dinheiro que
efectivamente se poupa, de uma maneira estruturada.
O ideal será a família ter um pé-de-meia que
corresponda a cinco ou seis vezes o seu rendimento.
E, a investi-lo, que seja em aplicações que
conhecem, como os depósitos a prazo.
5) Compare preços
Quando o tempo escasseia, poucas pessoas se dedicam
a fazer comparação de preços, mas a verdade é que
estudar a oferta da concorrência é uma forma de
fazer compras mais inteligentes. Pode,
inclusivamente, conduzir a um maior aproveitamento
de promoções.
6) Esqueça as datas
Natal, Dia dos Namorados, aniversários. É nestas
datas que os gastos geralmente aumentam e a Deco
propõe uma mudança de paradigma. O ideal é que estas
compras sejam mais espaçadas pelo ano, em momentos
em que temos mais dinheiro e feitas com ponderação,
recorrendo, por exemplo, a orçamentos antecipados.