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A
fecundação - a fusão entre a célula do homem (espermatzoide) e a célula da mulher
(óvulo) - dá-se no terço externo da trompa.
A trompa é aquele canal que, na mulher, leva os óvulos que saem do ovário, até ao
útero.
Da fusão nasce o ovo que é um ser radicalmente diferente da mãe e do pai, com uma
identidade genética única e original. |
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Quando o ovo
chega ao útero aninha-se na parede, fazendo uma espécie de cama. Para isso contribuem as
hormonas da mãe que, desde o momento em que se deu a fecundação, alteraram o seu ritmo
habitual criando uma camada mais profunda com artérias, veias e tecidos que podem ser
utilizados pelo embrião para se alimentar. |
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Se não encontrar um "terreno" adequado, isto é, se a
parede do útero não lhe fornecer condições adequadas para se alimentar, morre. Irá
sair misturado com sangue e restos celulares numa hemorragia que pode ser semelhante à
menstruação.
As pílulas chamadas "do dia seguinte", entre outras
coisas, impedem que o embrião se possa "encostar" à parede uterina. Não tendo
alimento acaba por morrer e sair.
A sua eficácia diminui, ainda mais, a
partir das 72 horas após a relação sexual, embora alguns artigos publicados
recentemente afirmem que o seu efeito abortivo poderia chegar até ao 5º dia
após concepção. |
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