APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas 

  Apelo

  Descubra as diferenças

 
Nos últimos meses, Portugal tem sido alvo de uma forte campanha no sentido de que mulheres possam matar os seus filhos em gestação, uma vez que se trata de um “assunto de consciência”.

Ao mesmo tempo, Portugal tem vindo a ser alertado para o grave problema da “violência doméstica”: pessoas agredirem e mesmo matarem membros fragilizados da própria família encobertos cobardemente pela privacidade da vida doméstica.

Ora, o aborto é o cúmulo da violência doméstica: uma criança em gestação ser morta pela própria mãe, ou por terceiros em seu nome, pressionada normalmente por membros da sua própria família – pai, avós e tios - actuando no local que a Natureza fez como o mais íntimo e seguro do mundo.

Nesta discussão, têm, com frequência, aparecido auto-designados “moderados” a apelar a “consenso”, como se tal fosse possível! 
Entre Morte e Vida, há algum consenso possível?
 

Outros, têm afirmado que Portugal deve legalizar o aborto para estar a par com outros países “mais avançados”.
Será que não se respeitar o valor supremo da Vida Humana é critério de “avanço”?

Ainda há poucas semanas o Governador do Banco Portugal apontou vários factores condicionantes do nosso manifesto atraso, e não se referiu à não generalização da prática do aborto. Bem pelo contrário, uma das causas é a reduzida taxa de natalidade – 50.000 nascimentos a menos, por ano, do necessário para que haja renovação de gerações.

Junta-se uma série de fotografias de um bebé com sete semanas de gestação, até aos 70 anos de idade. 

7 semanas

Recém-nascido

3 meses

70 anos

 Alguns ignorantes têm afirmado que, até às 10 semanas de gestação, não se trata mais do que meia dúzia de células fecundadas.

Veja! Use os seus olhos e a sua cabeça! O que vê? É muito mais parecido com um bebé recém-nascido do que um bebé de 3 meses com uma pessoa de 70 anos.

Você acha que se pode autorizar o assassínio de pessoas com 70 anos, desde que "se actue em consciência"?

Você acha que se pode autorizar o assassínio de bebés, desde que "se actue em consciência"?

 Nós também achamos que não se deve autorizar a morte dos bebés em gestação, mesmo que seja “em consciência”.

Não deixem que a ignorância prevaleça sobre o valor supremo do Direito à Vida!

Por isso, convidamos a assinarem a petição “Mais Vida Mais Família” (em http://www.peticao-vida.org) e a devolverem para:

Mais Vida Mais Família
Apartado 50434
1701-001 Lisboa

até ao próximo dia 27 de Fevereiro.

Por isso, convidamos a participarem na Marcha pela Vida do dia 3 de Março, às 12:30, em Lisboa, desde o Largo da Estrela até à Assembleia da República.

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas  

Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira
Área 3, Lote 1, Loja A
1750-084 Lisboa

Tel: 217 552 603 - 917 219 197
Fax: 217 552 604
 

Para saber mais:

 
Se tem 3 ou mais filhos, concorda com os nossos Princípios e Estatutos e deseja ser sócio,  
 
 
Se quiser deixar de receber comunicados da APFN, envie um email para apfn@apfn.com.pt com o assunto "Remover" 
Nota importante: é necessário que seja enviado a partir da conta de correio electrónico onde foi recebido este comunicado.

WB00789_.gif (161 bytes)